O lixo das ruas itapecuruenses, também está na Prefeitura. Vejam o terreno do palácio da Praça Gomes de Sousa. Mato e lixo ornamentam o ambiente. Uma sujeira só.
IRRESPONSABILIDADE I
Já não é fácil a vida do cidadão itapecuruense que reside na zona rural, ainda mais com o transporte inseguro, desconfortável e caro, que lhe é imposto para deslocamento até a sede do município. Uma irresponsabilidade sem tamanho por parte de quem “oferece” o serviço, e também, por parte de quem deveria fiscalizá-lo. Quem se responsabiliza pelas vidas desprotegidas que trafegam na vergonha em forma de transporte? Ah, tenho uma proposta: que tal as autoridades locais, em comitiva, fazerem o trajeto Itapecuru/Tingidor no mesmo transporte que o cidadão utiliza? É só para desencargo de consciência.
IRRESPONSABILIDADE II
A irresponsabilidade parece mesmo não conhecer limites em Itapecuru. Quem tem autorizado a quantidade excessiva de traillers na Praça Cônego José Albino Campos (a da biblioteca municipal), perdeu completamente a noção de administração e do ridículo. A praça está horrível, ridícula, especialmente depois da última aquisição, um trailler (popularmente conhecido como “Remela’s Bar”) que é uma verdadeira perturbação da ordem pública. Quanta ignorância.
PALAVRA DE VEREADOR I
“Infelizmente, enquanto existir a política errada, de forma irresponsável neste país, principalmente no Estado do Maranhão, nós iremos continuar com a população com o maior índice de analfabetos. Aproxima-se mais uma eleição onde a sociedade mais uma vez vai acreditar naqueles que dizem: Vou construir uma escola para o senhor, e não querem nem saber. É de cabeça erguida que eu saio do mundo dessa política suja, nojenta, que quem paga todo o débito é a sociedade, especialmente aqueles mais necessitados, que muita das vezes se satisfazem com pouca coisa”, do vereador Raimundo Índio do Brasil Bandeira de Melo (PSB) em discurso na Câmara. Vereador, é louvável o seu processo de evolução. Concordo que a política seja suja e nojenta, mas, foi a mesma que lhe possibilitou cinco mandatos, outorgados pela sociedade, principalmente por aqueles mais necessitados e que muita das vezes se satisfazem com pouca coisa.
PALAVRA DE VEREADOR II
“Me desculpem, mais todos nós sabemos que foi cometida, pelo menos, uma irregularidade em algum aspecto. Por exemplo, de acordo com a reportagem, não podem ser cadastradas no programa pessoas solteiras”, discurso do vereador Josivaldo Rodrigues da Costa (PT), quando falou sobre a reportagem especial do Fantástico do último domingo (30/10), que apresentou denúncia sobre o Programa Minha Casa Minha Vida, e quando também falou sobre o sorteio das casas do mesmo programa realizado em Itapecuru. Num aparte do mesmo discurso, o vereador José Carlos Gomes Rodrigues Junior (PSDB) denunciou: “Tem família que teve cinco pessoas contempladas no sorteio. Levei ao conhecimento do Superintendente da Caixa Econômica Federal e obtive a resposta de que essa situação não era com ele”. Momento em que o vereador Carlinhos chamou o vereador JR para juntos irem a Promotoria pedir o cancelamento do sorteio. Ter coragem para fazer é o que importa. Do contrário, só o discurso não vale.
PALAVRA DE VEREADOR III
“Isso é uma falta de respeito o não atendimento as nossas indicações. Nós queremos saber de quem é a responsabilidade”, da vereadora Sebastiana Costa Cardoso (PSD), contribuindo com o debate iniciado pelo vereador Rogério Maluf Gonçalves (PRP), quando perguntou: “Onde está o gabinete civil da Prefeitura? São essas coisas que me incomodam”, claramente se referindo a secretaria de Governo do município. Perguntar não ofende: Por que será que a secretaria ou a secretária de Governo incomoda tanto os vereadores? Procurar resolver os muitos problemas acumulados no município ajudaria mais do que criá-los.
DOENÇA
A parte até então não afetada pelo “câncer” que vem dilacerando nos últimos anos a atual administração, acaba de receber um diagnóstico desfavorável. A Saúde está com fortes dores e para essas em especial, não há remédio. A doença não tem cura e a luta contra ela, dia após dia, parece ser em vão. Qual seria a solução para a gravidade dessa doença? Retirar as partes afetadas, como costumeiramente se faz. Há momentos em que é tarde demais, pois o mal já tomou conta de tudo. Até o último suspiro, algumas partes desse organismo, chamado Prefeitura, ainda tentarão resistir, mas sabemos, a morte será inevitável, e o prognóstico: falência múltipla dos órgãos.
POLÍTICA I
Política não combina com covardia, nem com falácia. Em Itapecuru, essas coisas se misturam, porque a verdade é difícil de ser dita, e ainda mais difícil ser aceita.
POLÍTICA II
Hoje, a certeza da política itapecuruense é a pré-candidatura e posterior candidatura de José Luiz Maranhão. Coragem e fortaleza quem tem é José Luiz. É por isso que estamos juntos nessa desde o começo meu amigo, e que jamais tenha fim a nossa amizade e os nossos projetos. Para a ira de uns e a alegria de muitos outros, repetirei isso quantas vezes for necessário.
CULTURA
Se a secretaria de Cultura não incentiva por vontade própria momentos importantes, como o que aconteceu no lançamento do livro “Recordações”, de Assenção Pessoa; incentivamos nós a secretaria de Cultura a fazer a parte que lhe cabe, por nossas próprias iniciativas. A Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes – AICLA é mais do que um sonho, é uma realidade. Assenção é mais do que professora ou escritora, é, indiscutivelmente, membro da academia, a exemplo de outros itapecuruenses que dela farão parte, desejosos de ver nossa cultura mais forte, valorizada e em permanente evolução. A ausência do secretário Justino Leite no evento foi certamente notada, como notada está sendo a falta de atenção e apreço as nossas tradições culturais, por parte de quem deveria preservá-la e desenvolvê-la. Bravo Assenção! A cultura de Itapecuru, tão significativa e expressiva, jamais se renderá a falta de atitude.
O POVO QUER SABER
O povo quer saber: o que é mais fácil para Câmara, aprovar o aumento exorbitante da taxa de iluminação pública ou aprovar a eleição para diretores e vice-diretores das escolas da rede municipal de ensino? Ao que tudo indica a primeira opção é mais fácil, e no entendimento deles e do prefeito, mais coerente.
Até a próxima!
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